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2014年9月1日星期一
PRC 200 CHRONO – Autonomia Surpreendente
O calibre que equipa este PRC 200 é uma “nova”
concepção da ETA (maior fabricante de movimentos suiços) especialmente
concebida para a Tissot, embora possa a vir a ser usada em outras marcas
do grupo. Na verdade trata-se de uma cópia modificada do calibre
Lemania 5100, fabricado desde 1978 e que deu boas provas de resitência
em inúmeros relógios desportivos. A designação dada a este calibre é
C01.211. Esta linha de movimento está associada a máquinas de baixo
custo de produção e que equipam os relógios mais baratos. O que orientou
a reelaboração desde novo movimento foi o baixo custo de fabricação,
mas com uma boa fiabilidade de funcionamento. Certo é que conseguiram
um cronógrafo pensado de raiz, mas com um baixo custo de produção embora
a custa da utilização de materias sintéticos. Este calibre tem uma
significativa percentagem de peças em plástico. Este material surge como
opção a exigente maquinação das peças em metal que para serem
executadas, requerem dezenas de etapas de fabricação o que eleva
bastante barata, o processo de fabricação, é o mais simples que se possa
imaginar: após se fazerem os moldes das peças basta injectar o
materialno molde e eliminar eventuais rebarbas. Desiluda-se quem pensa
que se inventou uma técnica e um material que dará mais um passo na
democratização da relojoaria de boa qualidade, a utilização do plástico
em relojoaria sempre teve uma conotação depreciativa. O calibre
cronógrafo Valjoux 7750 teve durante anos uma peça em plástico, era o
bloqueador, que se justificava visto estar em contacto directo com os
sensíveis dentes da roda de cronógrafo, mas por pressões vindas dos
clientes, a ETA resolveu substituir esta peça por uma de metal. Existe
neste PRC 200 um determinado esforço para que através do fundo não se
note a qualidade de plástico que existe. A verdadeira questão por detrás
desta problemática relaciona-se com dois factos incontornáveis. O
primeiro é que este tipo de material não possui as qualidades
necessárias para a interação mecânica entre as peças, principalmente
numa máquina que para sua dimensão trabalha com forças relativamente
grandes e durante 24 horas por dia. A outra razão prende-se com a
durabilidade do plástico.
Mesmo
em condições ideais este tipo de material sofre uma desagregação ao
longodo tempo o que fará com que, mais cedo ou mais tarde, o relógio nao
funcione mais. Se os místicos relojoeiros dos séculos XVIII e XIX
utilizassem materiais similares, hoje em dia nenhum estaria em condições
de funcionar mesmo com adequadas manutenções periódicas e dentro de
algumas décadas o colapso do conjunto seria inevitável. Embora de custo
insignificante, o rubi constitui um dos mais singulares sucessos da
relojoaria, consegue-se produzir um cristal a preços baixos e com melhor
qualidade que os onerosos rubis verdadeiros. A utilização do rubi
constitui um dos mais significativos avanços na busca da precisão dos
relógios mecânicos. Hoje em dia qualquer relógio de média qualidade não
abdica de pelo menos 17 rubis para só indicar horas, minutos e segundos.
Este PRC200 apenas possui 15 rubis. A questão não se prende com o seu
valor, mas sim com o fato de estarmos perante a um cronógrafo que tem
184 peças, muitas delas rodas, o que torna pouco perceptível o
diminutivo uso de rubis. Em relação ao Lemania 5100, a ETA ececutou
algumas alterações na configuração de peças. Ao nível do orgão regulador
introduziu bastantes alterações, diminuiu a frequencia de 28.800 pata
21.600 Alt/h, colocou o novo sistema de anti-choque, denominado NIVACHOC
B1, o tratamento do espiral ETASTABLE e o sistema de fixação e
regulagem ETACRON. Outra modificação introduzida foi o material da roda
de escape e da âncora que em vez de aço passou a ser feita de supacitado
plástico, inclusive as palhetas da âncora que deixam de ser em rubi.
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